Mesmo após os pagamentos, as ameaças continuaram, com novas exigências de dinheiro e prazos cada vez menores, caracterizando um típico golpe de extorsão.
Um morador de Leme (SP), procurou a polícia após ser vítima de um golpe de extorsão que começou por meio de uma rede social e evoluiu para ameaças graves pelo WhatsApp. Os criminosos afirmavam que a vítima teria se envolvido com uma mulher casada e, por isso, estaria “marcada”.
De acordo com o relato, a vítima aceitou uma solicitação de amizade e, em seguida, passou a conversar com um perfil supostamente feminino. Durante a conversa, foi solicitado seu número de telefone. Após fornecer o contato, ele começou a receber mensagens com ameaças.
Os criminosos afirmavam que a vítima teria se envolvido com uma mulher casada e, por isso, estaria “marcada”. Nas mensagens, os autores ameaçavam matar a vítima e incendiar sua residência, exigindo pagamentos via PIX para que as supostas represálias não fossem executadas.
Com medo, o homem realizou seis transferências de R$ 500,00 no dia 10 de abril e mais uma de R$ 1.000,00 no dia 11, totalizando um prejuízo de R$ 4 mil. Mesmo após os pagamentos, as ameaças continuaram, com novas exigências de dinheiro e prazos cada vez menores, caracterizando um típico golpe de extorsão.
A vítima foi orientada a procurar o banco para tentar a contestação das transações, com prazo de resposta de até 11 dias. Os comprovantes dos PIX realizados foram apresentados e anexados à ocorrência.
A polícia alerta a população para este tipo de golpe, que tem se tornado cada vez mais comum, e reforça a importância de não compartilhar dados pessoais com desconhecidos e não realizar pagamentos sob ameaça, procurando imediatamente as autoridades em situações semelhantes.



